2º texto: 1º prólogo alternativo de Paraíso Infernal.

Author: Henrique Alvez / Marcadores:

Paraíso Infernal? (sua pergunta)
Meu romance em andamento ;D (minha resposta).

É, estou no meio de um romance, o qual pretendo publicar em breve. Talvez ano que vem. =D

__E bom, trata-se de uma história de simples descrição: Vida póstuma.
Ou seja, vê-se tudo além do véu mórbido do Adeus eterno. :)
Esse aqui abaixo foi o primeiro trecho que idealizei para o dito cujo. A ideia central é exatamente essa, mas o prólogo da edição final já foi substituído há um tempo considerável, além do nome do protagonista que também já não é mais esse :).

__"Angústia.
__Oito letras, que para Daniel Trevisan traduzem sua vida em apenas uma palavra. Pelo menos desde seus nove anos, quando foi obrigado a transmutar sua concepção da verdade, eterna e crucialmente.
__Primeiro veio a falência, mais oito letras. Um tempo terrível, uma escassez inimaginável, e uma adaptação forçada que apenas serviu para que a família Trevisan se conhecesse.
__Acontece que Guilherme, pai de Daniel, morava com Giuliano, avô do garoto, em uma propriedade digna de exclamações exaltadas. Mas, infelizmente, para alguns anciãos, por mais cuidadosos e sãos sejam, uma hora o corpo padece pelo tempo, este inimigo tão mortal e antigo da humanidade.
__E a falência veio com a morte. Giuliano tinha dívidas que não condiziam com o seu limite bancário, conseqüência: Guilherme Trevisan e os dois filhos, Daniel, o primogênito, e Amanda, a caçula foram obrigados a despedir-se da casa que fora seu lar por nove anos, esta que viria a cobrir uma significante parte das dívidas, após disputado leilão. Daniel experimentara as dores da morte e da pobreza em um só lampejo desventurado.
__Passando a morar com a tia divorciada, Sara, e seu filho, Lúcio, os únicos parentes vivos, o garoto foi obrigado a acostumar-se com uma vida completamente desfigurada. Apartir deste ponto, irremediavelmente ele se tornara um homem marcado.
__Pouco depois de adaptar-se à nova casa e aos parentes recém conhecidos, em menos de um ano, sua cabeça, novamente, circulou seu próprio sustentáculo, tão aturdido e fragilizado. Um novo choque... Eram coisas de mais para uma criança de nove anos.
__A verdadeira história sobre a morte de sua mãe atuara como um terrífico catalisador da revolta e do desconforto que o fariam companhia durante toda a sua vida (mais tarde você conhecerá o porquê).
__Hoje, aos dezesseis anos, Daniel ainda não se recuperou do baque psicológico que fora todo o seu nono ano de vida, talvez por ser sensível de mais. Isso se reflete abertamente em sua maneira envergonhada, porém gentil e fortificante de ser, ainda que com uma amargura muito bem maquiada pelo bom-humor e pela dedicação ao que julga digno de atenção especial.


Então, aqui está. Essa foi o primeiro, e já substituído, fragmento que imaginei para o livro ^^.
Críticas serão bem-vindas
bjsmeliga.

16 comentários:

Phils disse...

po muito bom Henricuzão, muito bom mesmo, parabéns!! Vou ser o primeiro a comprar quando sair! :D

Marii G. disse...

Adorei!
nossa, vc escreve muito bem parabéns!
quando fizer o livro, por favor, avise! hahah

otimo blog :D
comenta no meu ?
http://nadaaverpontocom.blogspot.com/2010/01/chapeuzinho-vermelho-virou-manchete.html
beijos

apenas disse...

que lindo seu blog eu adorei*-*

Juliane Orlandi disse...

valeu pelo comentário :)

tu escreve muito bem *-*
acho incrível essas histórias de caráter vida póstuma.
sorte com o teu livro!

nanda disse...

fofo de mais seu blog.amei msm.continue assim ke vc vai bem.................

Inez disse...

Espero que você termine de escrever seu livro e consiga publicá-lo log.

Esther Saldanha disse...

Histórias contadas por defuntos são interessantes pois nelas o personagem não é julgado por pensamentos ou atos, assim, ele pode cometer sincericídio (mistura de sincero com suicídio) já que ele não é penalizado. A narrativa então ficaria mais interessante em primeira pessoa, já que contada por narrador onisciênte a narrativa é sempre sincera.

Espero poder ler a história em breve meu caro vizinho, seria um deleite.

Lucas Meloni ** disse...

Você escreve muito bem, guri. Parabéns. Se fizer o livro, posta o preço, editora e tudo mais que eu compro.

http://jornalismovivo.blogspot.com

Silvio disse...

Muito boa a história. Eu particularmente gosto dos textos do tipo, escreva o seu livro e eu a compro!

Parabéns pelo layout do blog e pelo conteúdo.

Abraços.

Lenivaldo Silva disse...

Tu escreve bem pra caramba cara!
E o blog tá lindo.Por pouco não foi esse o meu template...

Srta Camargo disse...

Baah! Muito bom! Adorei de verdade e espero a continuação! Boa sorte com o teu livro ^^


Passa lá no meu também ^^

http://spetaculaire.blogspot.com/

abraço

Pvê G_G disse...

nossa que estória foda vou voltar aqui concerteza favoritado =D

Rafaela Zerbinatti disse...

Uau, parabéns você escreve muito bem viu? Continue assim que você vai longe.


meu blog.
http://thesevenossete7.blogspot.com/

♪ Viíh disse...

Muito boon, quando sair.! Avisa qee nós compra, Hehê.! Parabééns pelo Blogger ^^

Nova Década disse...

Gostei muito, e pelo que parece me indentifiquei com os 16 anos do garoto...
O livro vai ser um sicesso pois você escreve muitissimo bem... Parabéns com tudo

Carlos Eduardo Ferreira disse...

Muito bom texto. Parabéns. Olha respondi o seu questionamento sobre plágio? sendo algo mais específico manda um email.
http://advcarloseduardo.blogspot.com

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